Livro para o mês de Janeiro
2005 December 30
Aqui vai o primeiro livro para o mês de Janeiro de 2006:
“1984″ de George Orwell.
Um bom livro para nos pôr a pensar numa série de medidas antiterroristas que foram colocadas em prática após o 11 de Setembro.
Na época foi um livro que criticava abertamente os tipos de estados totalitários existentes, especialmente o modelo soviético. No entanto, pode-se observar como o tema continua actual dentro do presente enquadramento político mundial e como diversas “democracias” supostamente defensoras das liberdades colectivas e individuais resvalam com facilidade para os mesmos modelos que criticam com tanta vontade e energia.
Na época foi um livro que criticava abertamente os tipos de estados totalitários existentes, especialmente o modelo soviético. No entanto, pode-se observar como o tema continua actual dentro do presente enquadramento político mundial e como diversas “democracias” supostamente defensoras das liberdades colectivas e individuais resvalam com facilidade para os mesmos modelos que criticam com tanta vontade e energia.
Encontra-se assim aberta a discussão.
Sem dúvida! Desde "1984" de Orwell o mundo complexificou-se ainda mais e na ordem do dia implementa-se a "vigilância" (sem qualquer discussao), encobrindo uma cultura do medo e do terror; em vez de se discutir o civismo, o respeito e a confiança pelos e nos outros,e de se ensinar a eliminar todos os fobismos existentes. Uma sociedade equilibrada passa pela educaçao humanista do seu povo, cultivando a "liberdade com responsabilidade", e a igualdade de oportunidades. Doutro modo, a ignorância gera mais facilmente a miséria, o ódio, e o apelo à violência… Deve dar jeito a alguns governos hipócritas cujo rendimento passa pelas armas,drogas, etc., etc., e que depois proclamam que se deve combater as armas de rua e o tráfico de drogas! E nós calados (e vigiados)!
Para o livro “1984 ” so me lembra uma frase de Benjamin Franklin:”QUEM ESTÁ DISPOSTO A ABDICAR DA LIBERDADE EM NOME DA SEGURANÇA ,NAO TERÁ DIREITO NEM A UMA NEM A OUTRA”